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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dieta dos 31 dias: Beringela recheada

Como o nosso quintal começou a dar beringela, hoje pareceu-me um bom dia para fazer e partilhar esta receita espetacular e simples de fazer!

Ingredientes:
1 beringela grande
200g de carne de peru ou frango picada
azeite
sal e pimenta
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
pimento vermelho picado (verde também serve)
2 tomates cortados aos bocadinhos sem sementes (não gosto, não uso)
salsa fresca picada
manjericão fresco picado
2 colheres de sopa de queijo parmesão
2 claras de ovos

Preparação:
Aqueça o forno a 180ºC.
Corte a beringela ao meio (ao comprido). Retire a maioria do centro, mas deixe o suficiente para a beringela manter a sua forma. Coza o interior da beringela, em água a ferver, durante 10 minutos.
Numa frigideira, ponha um fio de azeite e, quando estiver quente, ponha a cebola, o alho e o pimento. Quando a cebola estiver transparente ponha a carne, tempere com sal e pimenta e vá mexendo até ela ficar dourada.
Desligue o lume e adicione a beringela cozida, as ervas, 1 colher de queijo e as claras. Mexa bem e encha as 2 metades da beringela.Espalhe por cima das 2 metades o tomate e tempere com sal e pimenta.
Polvilhe o resto com o queijo parmesão e leve ao forno durante 45 minutos ou até as coberturas estarem bem douradas.




quarta-feira, 1 de julho de 2015

Dieta dos 31 dias: Quase lasanha

Aqui vai uma receita muito boa para apresentar aos amigos! Parece lasanha, tem um sabor semelhante, mas não é. Para além disso é uma opção mais saudável.

Ingredientes:

  • 250g de carne picada (eu uso carne de perú)
  • 1 queijo mozzarella light ralado
  • 4 colheres de sopa de queijo ricotta (uso queijo Philadelphia light)
  • Uma colher de sopa de queijo ralado parmesão
  • 2 ovos
  • 4 tomates às rodelas (não sou fã de tomate, por isso não uso)
  • polpa de tomate
  • 1 alho picado
  • Manjericão e orégãos secos
  • azeite
  • sal e pimenta
Preparação:
Numa frigideira, ponha um fiozinho de azeite. Aqueça. Junte a carne e tempere com um pouco de sal e pimenta. Quando estiver bem douradinha, ponha no pirex e espalhe pelo fundo.
Com uma varinha mágica, misture o queijo ricotta, o queijo parmesão, o alho, os orégãos, o manjericão e os ovos.
Espalhe as rodelas de tomate por cima da carne e a polpa de tomate por cima dos tomates.
Distribua o preparado, que foi passado com a varinha mágica, por cima da polpa de tomate e, por fim, polvilhe com queijo mozzarella light.
Leve ao forno a 180ºC, até o queijo estar derretido e douradinho.



segunda-feira, 29 de junho de 2015

Wreck This Journal - #29: Drip something, make an impression

Desde que descobri este livro (Wreck This Journal) que o desejei loucamente, mas não o comprei porque sinto que nestes livros em que a história é minha, o espaço é limitado. Então decidi fazê-lo eu mesma consoante a inspiração fluísse.
Hoje vou deixar aqui o resultado de uma das páginas. Nada de impressionante em termos estéticos, visto que não sou uma artista, mas uma perspetiva diferente sobre o assunto.
O título desta página é "Drip something, make an impression", ou seja, tive de deixar algo pingar lá para depois fazer uma impressão, como se fazia na escola para obter as mais imaginativas "obras" abstratas. A minha deu nisto:



Nada de muito interessante, mas, para mim, foi o suficiente para me fazer lembrar do universo e para me fazer escrever o seguinte:

"O que é o Universo? Algo finito que nos engloba, ao nosso planeta e a muitos outros... Uma caixa? Algo infinito, em constante expansão, criação, destruição, uma contrariedade? Não sei. E mais ninguém sabe, mas como para o Homem é impensável não saber como algo funciona, fazem-se suposições.
Eu olho para o Universo e gosto de o comparar ao nosso planeta: composto por elementos únicos- estrelas, asteróides, galáxias- cada um com a sua particularidade.
Cada um desses elementos é criado, vive uma vida mais ou menos monótona e, um dia, morre. Uns voam por onde querem, sempre livres - os cometas. Outros não deixam de ser como os restantes, mas a sua aparência acaba por os distanciar de alguma forma - os asteróides. E ainda há alguns que, em conjunto, dão origem a terceiros; não é esta uma das teorias da formação da lua?
Que mais é, então, o Universo para além de uma escala mais alargada daquilo que nós somos?"

sábado, 27 de junho de 2015

The Pocket Scavenger: 11 - Um texto

"Eras, um dia:
A luz que iluminava o meu lado negro interior.
No outro:
Uma rosa, no meio de muitas, mas a única que dava cor à vida.
No outro:
Um anjo de vidro que, com um descuido, me caiu das mãos.
Perdi-te.
Apressei-me a tentar juntar as peças com lágrimas, mas era tarde de mais.
De que me servem agora abraços quentes do sol, beijos do vento?
Desmoronei.
Imploro agora aos sonhos que me tragam de volta a luz, o anjo, a vida. Para ter uma recordação de felicidade, nem que seja por instantes. "

Raquel Santos
 
 
 
Decidi escolher um pequeno texto da minha autoria, um dos que mais me orgulho. Até pode ser pouco explícito, não valer nada mas, para mim, significa tudo, aquele tudo que só se sente em picos de imaginação que me levavam a criar coisas destas.
Lembro-me que estava a ouvir uma música e foi apenas preciso ouvir uma palavra - rose - para que todas as restantes palavras me viessem dar comichão na mão e me pusessem a escrever.
Tenho tantas saudades de quando tinha momentos assim, em que tinha de me levantar e passar as ideias para algum lado, porque elas eram tantas que não ia conseguir dormir com elas na cabeça.
Dá-me pena que tenha perdido essa capacidade, ou que ela tenha adormecido. É como se não tivesse usado as asas durante tanto tempo, que me esqueci de como se voa. Mas eu quero acordar essa capacidade.
Eu vou acorda-la.


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Pensamento da Semana



É tão bom estar de volta.

Pequenas coisas

Ontem li um conto que tratava, na véspera de Natal, de um casal muito pobre, desesperado para comprar um presente para o respetivo mais que tudo. Tão miserável eram as suas vidas, que decidiram vender os seus bens mais importantes e valiosos: ele, um relógio de bolso de ouro, com valor sentimental imenso; ela, o seu cabelo extremamente longo e lindo.
Assim conseguiram comprar os presentes que sonhavam há muito oferecer naquele dia, mas no momento em que os trocaram, o inesperado aconteceu.
Cada um deles, não só vendeu o seu bem mais precioso, como também comprou algo que realçaria o bem mais precioso do outro: ele comprou-lhe um acessório super vistoso para o cabelo dela; ela comprou uma corrente de ouro para o relógio de bolso dele.
Achei esta pequena história uma delícia, porque comprova que o melhor presente que nos podem oferecer é uma boa demonstração de amor verdadeiro e altruísta, e consideração.
É estranho como pequenas situações como esta me conseguem deixar tão contente, como se fosse comigo!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Egoísmo

O amor é cego. Mas se há algo que ainda nos pode cegar mais é o egoísmo: Para quê ficar preso, quando posso ver o mundo inteiro? Para quê a dedicação a algo delicado, quando me posso dedicar a algo sólido, ao meu destino, à grandeza do meu futuro? Para quê gastar a paciência com discussões, desamores e família quando posso encher a mente com infinito conhecimento?
Então aí acabou. Começa a jornada, a procura pela grandeza do destino. E estudamos, trabalhamos, ganhamos, triunfamos... E nada. Existe um vazio. Tanto orgulho, tanta glória e parece que não chega.
Não chega porque durante todo o percurso poderíamos ter visto o mundo juntos, poderíamos ter trabalhado a delicadeza do amor até termos algo forte e sólido que nos suportasse pela vida fora, e as discussões, os problemas e a família ter-nos-iam feito crescer e aprender.
Mas o egoísmo é cego.